QUE NADA NOS DEFINA. QUE NADA NOS SUJEITE. QUE A LIBERDADE SEJA A NOSSA PRÓPRIA SUBSTÂNCIA.
Simone de Beuvoir

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

MINISTÉRIO DISTRIBUIRÁ TABLETS PARA PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO


O Ministério da Educação vai investir cerca de R$ 150 milhões neste ano para a compra de 600 mil tablets para uso dos professores do ensino médio de escolas públicas federais, estaduais e municipais. De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os equipamentos serão doados às escolas e entregues no segundo semestre.

O objetivo do projeto Educação Digital – Política para computadores interativos e tablets, anunciado pelo ministro Mercadante nesta quinta-feira, 2, é oferecer instrumentos e formação aos professores e gestores das escolas públicas para o uso intensivo das tecnologias de informação e comunicação (TICs) no processo de ensino e aprendizagem.

Para o ministro, o mundo evolui em direção a uma sociedade do conhecimento e a escola tem que acompanhar esse processo. “É muito importante que a gente construa uma estratégia sólida para que a escola possa formar, preparar essa nova geração para o uso de tecnologias da informação”, disse. Segundo o ministro, esse é um processo e o governo federal quer acelerar, sem atropelos. “É evidente que a tecnologia não é um objetivo em si, nada substitui a relação professor-aluno.”

A tecnologia, afirmou, vai ser tão mais eficiente quanto maiores forem os cuidados pedagógicos e quanto maior for o envolvimento dos professores no processo. “Estamos definindo que, na educação, a inclusão digital começa pelo professor.”

O projeto compreende o computador interativo – equipamento desenvolvido pelo MEC, que reúne projeção, computador, microfone, DVD, lousa e acesso à internet, e o tablet. Os computadores interativos já foram distribuídos para as escolas do ensino médio e no segundo semestre chegam os tablets. Esses tablets serão nos modelos de 7 ou 10 polegadas, bateria com duração de 6 horas, colorido, peso abaixo de 700 gramas, tela multitoque, câmera e microfone para trabalho multimídia, saída de vídeo, conteúdos pré-instalados, entre outras características.

Aos computadores serão integradas as lousas eletrônicas, compostas de caneta e receptor. Acopladas ao computador interativo (equipamento com computador e projetor, ofertado pelo MEC aos estados e municípios), permitirão ao professor trabalhar os conteúdos disponíveis em uma parede ou quadro rígido, sem a necessidade de manuseio do teclado ou do computador.

Além de enviar equipamentos, o MEC oferece cursos de formação aos professores. Segundo Mercadante, mais de 300 mil professores já fizeram o curso do ProInfo, e agora os 600 mil que lecionam no ensino médio terão à disposição um curso de 360 horas para trabalhar com as novas mídias. A qualificação será feita pela rede de formadores do ProInfo, que já trabalha com especialistas de universidades públicas.

Fundamental - Pelo cronograma do projeto Educação Digital, assim que for concluída a entrega de tablets para as escolas do ensino médio, terá início a distribuição para os estabelecimentos do ensino fundamental que oferecem os anos finais e a seguir para os anos iniciais. Foram pré-requisitos para definir por onde começar a distribuição de tablets: ser escola urbana de ensino médio, ter internet banda larga, laboratório do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo) e rede sem fio (wi-fi).

Conforme o ministro da Educação, com a entrega de novas tecnologias da informação, professores e escolas públicas vão poder combinar esses instrumentos com as demais mídias. Ele citou o Portal do Professor, que é um dos espaços mais consultados pela categoria e que ainda pode e deve ser ampliado. Hoje, disse, estão disponíveis no portal 15 mil aulas criadas por educadores e aprovadas por um comitê editorial do MEC. Mercadante anunciou que vai lançar editais e constituir um comitê nacional para selecionar e recomendar as melhores aulas que estarão disponíveis para todos os professores.

Autor: MEC

A EMPRESA GESSO NT DE SÓCIO-FUNDADORES CHAPADENSES RECEBERÁ O PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2012 E EMPRESÁRIO DO ANO.


A empresa  paulista Gesso N.T do ramo da construção civil fundada em 2009 será premiada com o Premio Top Quality Gold Internacional.
  A NT tem como sócio-fundadores, Ellayne Costa e Everaldo Soares, ambos naturais de Chapada do Norte, cidade da região do Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais.
 Especialista no segmento de drywall (construção em áreas secas) e revestimento de gesso, a NT tem se destacado por agregar rapidez e qualidade em todas as etapas da prestação de serviços de sua área abrangente.
A empresa conquistou o prêmio pela sua qualidade, conforme classificação  da comissão de consultores de qualidade do Instituto Nacional de Excelência  de Gestão de Qualidade Total Quality,  que se basearam em  vários aspectos do desempenho da empresa, como:  filosofia empresarial , prática operacional , qualidade dos produtos ,  respeito ao consumidor/cliente , responsabilidade social e credibilidade da empresa no mercado. O evento solene de entrega dos prêmios acontecerá no dia 30 de julho em São Paulo e terá a participação de grandes empresas como o Magazine Luiza, Embraer,Copagaz, entre outras inclusive internacionais como a canadense Beta  Die Casting Equipment e a francesa SERT METAL CASTING CONTROL.
O PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2012, em sua 11ª Edição, tem como finalidade principal trazer ao conhecimento público, empresas no segmento industrial, comercial e de serviços, ou profissionais Liberais, que com talento e capacidade de empreender, contribuem com o crescimento e desenvolvimento do país.
Este intercâmbio entre os países participantes oportuniza novos negócios e parcerias, pois na ocasião acontecerá a entrega do Troféu PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2012  em sua 11ª edição, com presenças de Empresas e autoridades representativas dos Países da América Latina, América do Norte e Europa.

Enviado por Edinaldo Soares

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ZAGUEIRO DO CRUZEIRO SOFRE ACIDENTE DE CARRO


O jogador do Cruzeiro Mauricio Victorino se envolveu em um grave acidente na noite desta terça-feira, na Avenida Nossa Senhora do Carmo, no Bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Além dele, uma idosa de 82 anos também ficou ferida. Ela foi levada para o Hospital João XXIII em estado mais grave. Já o zagueiro celeste foi encaminhado para o Life Center, reclamando dor na coluna.

O acidente foi num trecho de subida da avenida, sentido Centro/bairro, pouco antes do trevo do Belvedere. O carro de Victorino, a Kia Sorento, placa HLR 0304, bateu com violência na traseira do Pajero, HCR 0406, dirigido pela psicóloga Carmem Garcia Ricon, de 50. A motorista escapou sem ferimentos, mas seguiu com sua mãe, Nilda Ricon, para o HPS. O carro dela foi jogado para fora da pista e foi parar no canteiro central.

Viaturas do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estiveram no local para prestar socorro às vítimas. Devido ao acidente, o trânsito na avenida sentido Centro/bairro ficou congestionado por cerca de três horas, até a retirada dos carros. O engarrafamento chegou até a Avenida do Contorno.

O diretor de comunicação do Cruzeiro, Guilherme Mendes, que foi ao hospital acompanhado do médico do clube, Sérgio Freire Júnior, disse que o jogador está consciente e, aparentemente, sem nenhum problema mais grave. Segundo ele, como havia a preocupação em relação ao movimento feito pelo zagueiro no momento do acidente, a equipe do Samu achou mais prudente encaminhá-lo para exames no Life Center.

(Com Vicente Ribeiro, do Superesportes, e Landercy Hemerson, do Estado de Minas)

Fonte: Portal Uai

ITAMARANDIBA MOBILIZA REGIÃO POR CAMPUS DA UFVJM


Quase dez mil pessoas da cidade e região compareceram ao evento
Itamarandiba, no Alto Jequitinhonha, surpreendeu no último sábado, dia 28. Centenas de milhares de pessoas compareceram a Grande Mobilização em prol da extensão do campus da UFVJM para a cidade. Caravanas de municípios circunvizinhos do Alto Jequitinhonha e Bacia do Rio Suaçuí-Rio Doce marcaram presença. O deputado federal Leonardo Monteiro (PT-MG) também esteve presente ao evento para reafirmar seu apoio à cidade. “Foi um momento de grande alegria e emoção. Ver tantas pessoas unidas por uma mesma causa nos enche de energia e motivação para buscar os meios de tornar mais esse sonho real; disse o parlamentar.

A mobilização teve início com uma carreata. Um total de 1.000 veículos, entre motos e carros, formou uma enorme fila nas rodovias que dão acesso à cidade, percorrendo depois as principais vias do município. O comércio local, em demonstração de apoio, fechou as portas. Logo após, foi à vez da cavalgada tomar conta das ruas de Itamarandiba. O deputado Leonardo Monteiro participou do cortejo dos cavaleiros, sendo recebido com carinho pela população. Em seguida, uma grande multidão, que já estava concentrada na Praça Tancredo Neves, animada pelo trio elétrico, deu início a caminhada. Idosos, adultos e crianças foram guiados pela Policia Militar e o “fusca” da Comissão “Vale + Educação”, seguindo em passeata, ao som do hino “Vale que Vale Educar”, até a Praça dos Agricultores, no Centro da cidade.

O deputado estadual Adelmo Leão (PT) lembrou a luta de um homem que não teve acesso à universidade e que criou a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri-UFVJM, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Lula tornou possível a educação superior e esse é o momento desta cidade conquistar este direito. Itamarandiba pode ter o campus da universidade não porque outra cidade não o mereça, mas porque Itamarandiba é merecedora e faz por merecê-la”, afirmou.  Já o vice-prefeito Ângelo Márcio (PT) demonstrou energia para alcançar a conquista do campus. “Nós iremos onde for preciso para realizar este sonho. O povo está unido e, junto com as autoridades presentes aqui hoje, e, principalmente, com o apoio do nosso deputado federal Leonardo Monteiro, nós vamos alcançar o nosso objetivo”, ressaltou.

Em sua fala, Leonardo Monteiro pontuou sobre o projeto apresentado e se mostrou entusiasmado com as chances reais da implantação da Universidade. “Itamarandiba possui a condição ímpar de beneficiar, em uma distância de 150Km, mais de 45O mil habitantes, dos quais 94 mil são estudantes. Estamos juntos nessa luta. O Vale merece mais essa conquista”, destacou Monteiro, que estará agendando para os próximos dias uma audiência com o novo ministro da educação, Aloizio Mercadante.

Até o momento, 17 municípios estão apoiando a implantação da UFVJM em Itamarandiba: Aricanduva, Carbonita, Coluna, Senador Modestino Gonçalves, São Gonçalo do Rio Preto, Rio Vermelho, Serra Azul de Minas, Materlândia, Felício dos Santos, Couto de Magalhães de Minas, Frei Lago Negro, São José do Jacuri, Peçanha, Cantagalo, São Pedro do Suaçuí e São João Evangelista.

Fonte: Assessoria Deputado Leonardo Monteiro

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

BLOG DO TIM CONTRA O RACISMO


O IMPACTO DO RACISMO NA INFÂNCIA
É difícil admitir, mas ainda somos um país racista. Quase ninguém gosta, ou está acostumado a falar sobre desigualdade e discriminação racial – acha que isso não acontece ou prefere acreditar que não existe preconceito racial. Só que os números não mentem: o racismo existe no Brasil, e ele afeta a vida de milhões de crianças negras e milhares de crianças indígenas desde os primeiros anos de vida. É por isso que vamos falar sobre o assunto. É preciso discutir o tema e contribuir para uma infância e adolescência sem racismo.
Todos são iguais perante a lei e possuem os mesmos direitos e deveres, mas, infelizmente, as estatísticas comprovam que nem todos têm acesso ao que lhes é assegurado por direito. Ao longo de décadas, alguns grupos permaneceram abaixo de indicadores sociais e econômicos aceitáveis, apesar do crescimento econômico e social registrado no país. Populações indígenas e negras fazem parte desse contingente de pessoas excluídas. Vejamos os números:
Segundo dados do IBGE, no Brasil, 65 de cada 100 crianças pobres são negras. As crianças indígenas são minoria - cerca de 100 mil - mas é entre elas que ocorre o maior número de mortes antes de um ano de vida. De acordo com a Funasa, em 2009 foram registradas 42 mortes de crianças indígenas para cada mil nascidas vivas. Um número muito maior do que a taxa média nacional – 19 mortes para cada mil crianças.
Quando a gente compara os dados da educação, a desigualdade persiste. Segundo o IBGE, das 530 mil crianças de 7 a 14 anos fora da escola, 330 mil são negras e 190 mil são brancas. A discriminação racial também é registrada nos números da violência. Os adolescentes negros têm quatro vezes mais chances de serem assassinados em comparação aos adolescentes brancos, nas cidades com população acima de 100 mil habitantes.
Foi pensando nos efeitos da desigualdade racial que, há um ano, o UNICEF e seus parceiros lançaram a campanha Por uma infância sem racismo. A cada dia, a campanha envolve mais e mais pessoas. Ela serve como um alerta sobre os impactos do racismo na infância e na adolescência e a necessidade de uma mobilização social que corra atrás do respeito e da igualdade étnico-racial desde os primeiros dias de vida.
Desde novembro de 2010, a campanha tem agregado pessoas, organizações e governo para garantir os direitos de cada criança e adolescente do país, incluindo as crianças negras e indígenas. No Brasil muitas ações importantes são criadas para beneficiar a criança, mesmo assim as políticas públicas encontram dificuldades para alcançar essas crianças. A única forma de encarar o problema é reconhecer a existência do racismo, valorizar a diversidade e lutar pela igualdade. As diferenças devem ser motivo de orgulho e não de discriminação.
Todo mundo pode participar da campanha. É só entrar no site www.infanciasemracismo.org.br e ver as sugestões do que cada um pode fazer. Dê suas ideias, opiniões, conte sua história, apoie projetos sociais que promovam a igualdade étnico-racial.
É importante chamar a atenção de todos sobre os impactos do racismo no desenvolvimento de uma criança. Algumas ações discriminatórias começam cedo, muitas vezes disfarçadas de supostas brincadeiras, que podem parecer inocentes, mas por meio delas as diferenças são desrespeitadas. Algumas frases racistas como "tição" e "cabelo ruim" são ouvidas durante a convivência com outras crianças. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem marcar para sempre a vida de meninos e meninas. Chame a atenção do seu filho, da sua filha, e esteja sempre alerta se isso acontecer.
Por incrível que pareça, muitas vezes o racismo vem de dentro de casa. Você pode achar que não, mas a criança aprende a discriminar apenas por ver os adultos discriminando. Respeite as diferenças e eduque as crianças para respeitá-las também. É preciso ensinar os jovens a reconquistar valores e atitudes que contribuem para reconhecer a riqueza e a beleza que existe na diversidade brasileira. Essa diversidade ajuda a gerar uma sociedade mais justa. As crianças também têm o direito de ser reconhecidas em suas próprias identidades. Elas precisam ter segurança e se orgulhar de suas origens.
Atenção, papai e mamãe: se seu filho ou filha foi discriminado ou discriminada, dê o seu apoio. Mostre que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usar de seus direitos igualmente. E denuncie! Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no Conselho Tutelar do seu município, nas ouvidorias dos serviços públicos e nas delegacias de proteção à infância e adolescência.
Sabia que racismo é crime? A Constituição de 1988 tornou a prática do racismo crime sujeito à pena de prisão, imprescritível e inafiançável. Ou seja, o acusado não poderá obter a liberdade provisória mediante o pagamento de fiança. Não esqueça: a discriminação é uma violação de direitos. Mas, antes de fazer qualquer denúncia, é importante que tenha em mãos todos os detalhes do momento em que sofreu o preconceito, como data, local, situação e, se possível, o contato de testemunhas, pessoas que estavam presentes quando a ação de discriminação foi realizada.
Uma dica para você, mamãe e papai, eduquem as crianças para o respeito à diferença... Na hora de comprar bonecas, por exemplo, vocês podem levar uma branca, outra negra, ou uma de origem oriental. Assim, a criança aprende brincando que existem diferenças na sociedade onde ela mora. É legal incentivar os filhos a serem amigos de todos, independente da cor da pele, do tipo de cabelo ou do modo de falar, ou de se vestir. As diferenças enriquecem nosso conhecimento. Ah, outra coisa muito importante é proporcionar e estimular a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, em casa, na escola, ou em qualquer outro lugar.
De acordo com a Constituição brasileira, todos os seres humanos têm direitos, independente de raça, cor ou religião. Infelizmente, esses direitos da cidadania muitas vezes não são respeitados em função de um racismo ainda existente no Brasil. Cada um de nós tem um papel na sociedade e pode ajudar a garantir uma infância livre da discriminação e plena de oportunidades. As raças não são nem superiores, nem inferiores, elas são diferentes. Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada. Além da família, as escolas, os serviços de saúde, os policiais, todas as autoridades e profissionais que se relacionam com as crianças e adolescentes devem ter um compromisso com a igualdade e a superação do racismo.
Fonte: RADIO PELA INFÂNCIA - UNICEF